Mobiliário corporativo: 7 fatores que você precisa avaliar antes de escolher

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Mobiliário corporativo: 7 fatores que você precisa avaliar antes de escolher

Se você pretende comprar mobiliário corporativo e não imagina que precisa ficar atento a pelo menos 7 fatores, é bom você ler este artigo até o fim com bastante atenção.

Mesas, cadeiras, armários, gaveteiros e outros móveis para ambientes de trabalho entraram na gama de produtos que evoluíram para acompanhar a necessidade das pessoas serem mais produtivas.

A escolha hoje deve ir além de preço, material ou gosto pessoal.

E é isso que você vai entender neste artigo.

Acompanhe.

 

O mercado de móveis para escritório

Antes de entrarmos nos fatores que você deve observar para compra do seu mobiliário corporativo, é importante entender que este mercado se profissionalizou muito nos últimos anos.

Na esteira das inovações tecnológicas, que deram mais liberdade e flexibilidade aos profissionais dos mais variados departamentos dentro de uma organização, a indústria de móveis para escritório também se modernizou.

Hoje, as empresas de ponta neste setor investem muitos recursos financeiros e humanos no desenvolvimento de soluções que tornem mais confortável e produtivo o dia a dia no trabalho.

Se antes o pensamento era o de fabricar mesas e cadeiras quase que como commodities, atualmente se investe em peças com bastante valor agregado e que fazem muita diferença para se estruturar um ambiente de trabalho funcional.

É importante ter consciência disso para ficar atento na hora de escolher o mobiliário.

 

7 fatores que você deve observar ao escolher o mobiliário corporativo

Para ficar bem claro o que você deve levar em conta quando for comprar o mobiliário corporativos para a sua empresa, listamos 7 fatores para ajudá-lo a tomar a decisão correta.

Veja:

1 – Como o mobiliário será utilizado

A princípio este título pode não fazer sentido, afinal, o mobiliário de escritório tem uma função muito clara.

Mas quando nos referimos a como ele vai ser utilizado, a questão aqui é definir bem os objetivos de utilização.

Explicando melhor, você deve ter muito claro se a mesa e cadeira, por exemplo, vão servir a alguém que as utilizará esporadicamente ou se serão compartilhadas por muitas pessoas.

Da mesma forma, é importante saber se serão para nível de diretoria, gerencial ou operacional.

Ainda é preciso definir se os usuários necessitam o tempo todo de equipamentos eletrônicos, como notebooks, o que demanda soluções de cabeamentos e tomadas elétricas.

Cada uma dessas definições torna mais fácil e certeira a escolha do mobiliário corporativo, pois são níveis diferentes de necessidades que serão atendidas.

E, como explicamos na introdução, este mercado evoluiu a ponto de termos ótimas opções para cada perfil de usuário.

Então, nada de chegar na loja e pedir uma “baciada” de mesas e cadeiras sem definir antes os pontos listados aqui.

 

2 – Coloque a troca do mobiliário no planejamento de custos

imagem remete a um planejamento financeiro

É necessário que a empresa tenha a troca do mobiliário corporativo definida no planejamento financeiro

O ideal é que a empresa tenha em seu planejamento a necessidade de se trocar os móveis de escritório de tempos em tempos.

O mobiliário é um imobilizado com vida útil e que deve ser contabilizado, tendo sua depreciação e troca consideradas nos planejamentos financeiros.

É o mesmo procedimento em relação à troca de máquinas e equipamentos de TI.

Deve ficar claro ao gestor que o custo mensal da troca de um posto de trabalho, ou seja, seu custo de aquisição dividido pelos anos de vida útil, é muito baixo quando comparado aos custos mensais de remuneração de um funcionário.

Sem contar que o mobiliário corporativo inadequado, pode resultar em afastamentos e grandes prejuízos à empresa.

Portanto, esse assunto não pode, de jeito nenhum, ser tratado com desdém, na base do “quando precisar a gente vê o que faz”.

Assim, evita-se gastar demais com uma ou outra peça trocadas isoladamente, às vezes até quando ainda serviam bem.

A periodicidade da troca planejada vai ser estabelecida de acordo com uma série de fatores, que englobam qualidade das peças, perfil de utilização e manutenções adequadas.

Além disso, influi o quanto a empresa se importa com a estrutura oferecida aos funcionários.

Não é raro ver pessoas trabalhando em mesas e cadeiras totalmente inadequadas e que já deveriam ter sido aposentadas há tempos.

Se houver um planejamento dessa troca, ou mesmo que ela tenha que se feita inesperadamente, é importante definir um valor a ser investido com base em critérios de qualidade.

Pode-se até optar por um modelo de cadeira, por exemplo, sem tantas alternativas de ajustes, mas não se pode abrir mão jamais de qualidade.

Assim, com os valores médios de mercado para cada peça e de acordo com a quantidade de móveis a ser adquirida, fica mais fácil definir um padrão de orçamento destinado à renovação do mobiliário.

Isso vai garantir que a compra seja com o melhor custo-benefício para a empresa e para a saúde dos funcionários.

 

3 – Ergonomia acima de tudo

Os dois primeiros fatores levam a este terceiro.

Se você sabe quem utilizará os móveis de escritório e tem uma previsão orçamentária para a compra e troca deles, fica muito mais fácil atender a um requisito básico de qualquer móvel destinado a servir uma pessoa em atividade profissional: a ergonomia.

Numa tradução simples, ergonomia quer dizer a junção de trabalho com normas.

Essas normas dizem respeito às condições ideais dos elementos de trabalho para que as pessoas exerçam suas atividades.

Em termos de mobiliário, ele deve oferecer conforto e bem-estar para que o funcionário faça o que precisa ser feito sem danos a sua saúde e produzindo conforme o esperado.

Quem dá uma olhada menos atenta a um móvel de escritório, nem se dá conta de que ele pode ser sido pensado e produzido com base em normas ergonômicas.

Dizemos “pode”, porque nem sempre o móvel carrega essa característica.

Por isso, na hora da compra, é preciso testar as posições de trabalho e usar e abusar dos ajustes oferecidos para saber se o móvel é adequado ergonomicamente.

Vale pedir orientação ao setor de medicina e engenharia e segurança do trabalho da empresa.

Em geral, independentemente do seu biótipo, se não encontrou uma posição confortável na junção entre cadeira e mesa de trabalho, é porque pode haver falha de ergonomia.

 

4 – Pense no layout do ambiente

Uma coisa é comprar uma mesa e cadeira para uma sala, outra é compor o layout de um ambiente de trabalho com dezenas de peças.

Não tem escapatória, você vai precisar da ajuda de um profissional de design de interior ou arquiteto para fazer as escolhas certas em termos de quantidade das peças e como posicioná-las no espaço disponível.

É mais ou menos como comprar o sofá para a sua sala.

Você já deve ter visto verdadeiras aberrações por aí, como a de um sofá gigante em uma sala minúscula, não viu?

Seu ambiente de trabalho pode ficar com o mesmo aspecto.

Um profissional da área vai ter a real dimensão do que fazer para que o ambiente fique literalmente bonito e funcional, com cada peça no seu exato lugar.

As boas lojas também oferecem ajuda neste sentido.

 

5 – Pense nas possíveis ampliações

Outro fator importante é pensar nas possíveis ampliações que a empresa poderá ter, levando à necessidade de mais mobiliário.

Dessa forma, opte por linhas que ofereçam a oportunidade de “acoplar” novas peças com o tempo sem perder a beleza e a funcionalidade.

São móveis com a característica de versatilidade, que já carregam no seu DNA a previsão de que a empresa poderá precisar de novos itens no futuro.

Afinal, não tem nada mais esquisito, para não dizer horrível, que um ambiente de trabalho com móveis dos mais variados estilos e materiais, sem conexão uns com os outros.

Uma coisa é ter um ambiente descolado e moderno, outra é ter um espaço de trabalho bagunçado.

 

6 – Avalie, de verdade, a qualidade

Avalie a qualidade do mobiliário corporativo

Abrir e fechar gavetas é uma das recomendações para se avaliar a qualidade do mobiliário corporativo

Não tem jeito. Móvel de escritório é o tipo do produto no qual não se pode abrir mão da qualidade.

Lembra quando dizem que você deve dar total atenção ao seu colchão, pois vai passar 1/3 do dia nele?

Com o móvel de escritório o raciocínio deve ser o mesmo, pois em geral as pessoas passam oito horas trabalhando.

Mesas, cadeiras, balcões, armários, mesas de reunião, postos de trabalho, gaveteiros, lockers … todos eles precisam ser fabricados com extrema qualidade.

Se não for assim, vai ser um festival de rangidos, afundamento de assento e encosto, desalinhamentos de portas, parafusos que se soltam, tampos que empenam, bagunça de fios e por aí afora.

Ali na loja, paradinho, o mobiliário pode até aparentar qualidade.

Mas tem muito móvel bonitinho e ordinário por aí.

Por isso, como dissemos antes, teste, arraste, empurre, sente, mexa, abra portas e gavetas, ou seja, simule condições de uso no dia a dia.

Um móvel de qualidade duvidosa vai entregar logo a sua real identidade se você fizer um bom teste nele.

Neste aspecto, um ponto que sempre costuma ajudar na identificação do que é de qualidade, é o preço.

Não há milagres.

Se uma boa cadeira, feita por um fabricante de tradição, que dá garantia de 5 anos, custa R$ 600, por exemplo, é bom duvidar de uma cadeira “semelhante” que custe metade deste valor.

 

7 – Avalie cuidadosamente o fabricante

Assim como verificar a fundo a qualidade do móvel, conhecer quem o produziu é mais do que necessário.

Em se tratando de mobiliário corporativo, há quem negligencie esse cuidado pelo fato de a compra ser feita, muitas vezes, em lojas multimarcas, que vendem produtos de vários fabricantes.

Nada contra este perfil de loja, até porque os bons estabelecimentos do ramo não hesitarão em fornecer todas as informações que você precisar a respeito do mobiliário no qual tem interesse.

No entanto, fica mais fácil obter todas essas informações que você precisa quando se vai a uma loja do fabricante.

Cuidado redobrado é necessário com lojas online, às vezes recém-criadas e sem nenhuma tradição no mercado.

É muito comum apresentarem problemas críticos de qualidade e de entrega dos produtos.

Sem contar nos inúmeros casos de empresas assim que somem do mercado na mesma velocidade que aparecem, deixando o cliente na mão quando precisam de assistência.

Seja qual for o perfil da loja, peça o nome e pesquise a idoneidade e tradição da empresa que produziu o móvel e também do revendedor.

Em uma rápida busca na internet você terá um bom número de informações para avaliar se vale a pena seguir com a compra.

Verifique o site da empresa e suas redes sociais a respeito de conteúdos e possíveis reclamações.

O site www.reclameaqui.com.br também costuma ser um bom ponto de observação.

No entanto, neste tipo de sites de avaliação, mais importante que ver se há reclamações contra a empresa, é ver como ela resolveu ou tentou resolver o caso.

Na hora em que estiver na loja, pergunte tudo sobre qualidade, garantia, manutenção, durabilidade, materiais e todas as características possíveis do mobiliário.

Uma empresa séria e idônea geralmente trabalha com profissionais preparados para sanar todas as dúvidas.

Insista em saber, por exemplo, como é a garantia e a oferta de manutenção.

Boas empresas do ramo, como a Funcional, oferecem até um manual de usuário, para que o comprador tire o máximo de proveito possível do mobiliário.

Se for o caso, peça até referências de clientes para você conversar e validar as informações passadas pelo vendedor.

 

Conclusão

É muito gratificante ter uma empresa bem estruturada e o mobiliário corporativo é parte fundamental nessa estruturação.

Mas procure avaliar com cuidado cada um dos pontos listados aqui.

A compra criteriosa pode parecer mais difícil a princípio, mas vai evitar prejuízos e dores de cabeça no futuro com novas trocas ou manutenções sem fim dos seus móveis.

 

 

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